quinta-feira, 4 de agosto de 2016

MINHA PRIMEIRA VEZ COM CASAL

Outubro é o mês que mais chove, pelo menos aqui no ES. Um grande amigo meu é gerente de um bistrô que é muito conhecido aqui. Passei no trabalho dele para entregar a namorada dele que estava comigo em um evento patrocinado pela empresa por qual trabalhava. Sexta-feira, por volta de umas seis da tarde. As lojas e empresas estavam todas fechadas. Estacionamos em frente ao bistrô e fomos para o portão dos fundos. Ele havia dito que era para fazer isso, que havia mandado preparem um lanche pra gente visto que passamos o dia trabalhando. 


Chegando lá só tinha a gente mesmo, os funcionários, aparentemente já haviam partido. Sentamos eu e Lais em uma das mesas e ele, Caio, nos serviu vinho e bolinhos de bacalhau. Coisa que eu adoro. Sei que o tempo foi passando e a gente conversava animado. O vinho já estava subindo e eu sentia meu rosto quente. Sabia que tinha que parar de beber pois não iria conseguir dirigir. A Lais em meio a algumas brincadeiras que a gente estava fazendo, e mostrando sinais que também já estava ficando altinha, segurou meu rosto e disse para o Caio: - Olha amor, que boca linda! Não dá vontade de beijar?



Senti o velho calor entre as pernas e aquela queimação no pé da barriga, tão caracteristico de quando o tesão começa a chegar. Ela chegou a cadeira mais perto de mim, alisou meu rosto e perguntou: - Você me beijaria? Sorri para ela, e disse: - Se você quisesse eu beijaria. 

Ela olhou dentro de meus olhos, eu mordi minha boca, pois sabia o que iria acontecer e comecei a esperar. Ela encostou os lábios na minha boca, foi esfrengando-o me fazendo abrir a boca e enfiou a linga dela dentro da minha boca. Não sei se era o gosto do vinho, mas era doce. Ela deslizou a mão por meu pescoço, foi enfiando a mão pela minha nuca e agarrando meu cabelo com força, puxando minha cabeça para tras. Eu já tinha ficado com algumas meninas mas a Laís, ela se colocava presente. Saiu beijando meu pescoço, mordendo minha orelha.


- Olha amor, ela tá com tesão! 

Ela dizia ao namorado dela, quando abri os olhos ele estava a nossa frente. A calça jeans tentando esconder a ereção. Era só eu quem estava com tesão ali e estava mostrando. Lais insistiu:

- Posso? Vamos brincar Liz?



Eu simplesmente concordei com a cabeça. Rapidamente Caio pegou uma mesa e colocou junto com a outra, Lais me colocou de pé, baixou as alças de meu vestido e passou a lamber os bicos de seios, mordia de leve. Ela desceu a mão até minha calcinha e arrancou um gemido alto meu. Passava a mão pelo clitóris, brincando com minha xoxota. 

Estava úmida, estava com tesão. Não era a primeira vez que eu ficava com uma mulher mas essa passou do nivel do prazer, era muito tesão envolvido.

Senti que me arrastavam para a mesa, e ela me colocou deitada sobre ela, e assim q deitei ela tirou minha calcinha. 

- Segura as pernas dela amor, quero chupar ela!


Só de ouvir ela falar eu me dei ao prazer de sentir um tesão enorme. Caio segurava minhas pernas enquanto Lais chupava minha xoxota, de leve, do jeito que eu gosto, e depois mais rápido, mas sempre com uma leveza do jeito que eu gosto. Caio estava com uma ereção visível a qualquer distância. Eu gemia e me contorcia, pois a Lais tinha uma boca deliciosa. 


- Se chupem!

Lais tirou o vestido que ela estava e a calcinha e se colocou sobre mim, e assim, passamos a fazer um 69 mais alucinante da minha vida. Ela tinha um cheiro bom e o gosto doce. Chupar o grelo dela foi a coisa mais fácil do mundo. Sentia um turbilhão de emoção e nem sabia se era só tesão ou efeito do vinho também, vi que Caio estava somente de cueca e com o pau em evidência. Era uma visão maravilhosa. Ele realmente estava com tesão de nos ver assim. Não sei quanto tempo chupei e fui chupada e quantos pequenos orgasmo tive, sei que era uma sensação maravilhosa. Lais saiu de cima de mim, a xoxota dela pingava de tão molhada que ela estava. 


- Quer comer ela amor? Come. 

Eu nunca havia saído com casais e pra mim aquilo era novidade. Caio veio, se colocou na minha frente, separou minhas pernas e começou a me chupar, aquela chupada de macho. Enfiou a língua pra dentro da minha buceta e com os dedos enfiava no rabo também! Ele se levantou, me virou de costa para ele deitada sobre a mesa, e ai eu senti ele empurrando seu pau fundo dentro de mim. Ele socava com força e parava, era como se me tirasse do chão e depois colocasse devagar. 

Ele continuou com essa tortura por muito tempo, e eu gemendo feito uma louca. Lais ficava olhando tudo, mexendo em sua própria buceta. 

- Vira ela amor! Também quero ela um pouquinho. Foi quando ele me colocou de pé e ela trouxe uma cadeira. Pegou minha perna direita e colocou em cima da cadeira na minha lateral e se ajoelhou na minha frente agarrando minha bunda, ela abriu minha buceta e passou a chupar meu grelo assim. Ouvi ela dizer: - Come o cuzinho dela meu benhê!
Ele veio, senti ele passar algo gelado em mim, e depois com tempo senti o cheiro de manteiga. Ele estava usando manteiga. E aquilo me excitava. Senti ele enfiando cada centímetro dentro de meu rabo e ela ali lambendo minha buceta. Era um carrossel de emoções. Caio começou a investir com mais força, socando mais rápido e eu sabia que ele iria gozar. Pedi pra ele que gozasse na minha boca, e senti o pau dele latejar de prazer. Eu explodi em um gozo na boca de Lais e com aquele pau no meu rabo. Caio me virou rapidamente, arrancou a camisinha e quando ele se posicionou para simplesmente jogar a porra dentro da minha boca eu segurei o pau dele e enfiei tudo na boca, passei a língua pela cabeça do pau dele e foi justamente quando senti o primeiro jato de porra encher minha boca. Fiquei ali com o pau dele na boca, sem querer largar fazendo movimentos de sucção, apertava o saco dele e ele gozando, soltando gemidos. 

Quando ele parou de jogar porra para fora tirei o pau dele da boca e ele percebeu que não havia deixado cair nada fora. Eu havia engolido tudo. Lais deitou na mesa e pediu que ele a fizesse gozar também. Vi quando ele foi lá e socou o pau na buceta dela, ver um casal fudendo era o que me deu maior prazer. Ele socou bastante, e eu aproveitei para ficar brincando com o seio dela. 


Em minutos ela se contorcia e entrou em combustão, gritando alto. Foi uma experiência impar, pena não repetimos. Nunca irei esquecer Lais. Tem dias que saimos nós duas ou acabamos em um motel ou dentro do carro. 

Bem, esse conto foi pequeno, pois o nosso encontro foi curto nesse dia. 
Esse é meu segredinho... e quem é que não tem seus segredos...??? Eu tenho...

Um beijo,
um cheiro
Liz

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